Como foi (III)
Novembro 11, 2009 · Deixe um Comentário
A loira mal olhou para mim. Só vim a saber o nome dela dias depois, alguns dias depois. As duas ficaram bem à minha frente, em pé, uma olhando para a outra, de mãos dadas. Não me lembro, mas talvez minha amiga tenha dito para mim: “delicie-se !!”. Os dois rostos se chegaram perto, uma da outra, roçaram-se de leve, falaram alguma coisa que eu não ouvi, e beijaram-se lindamente. Um beijo que começou carinhoso e foi se tornando libidinoso, as línguas se desafiando.
A loira passou a mão no corpo da minha amiga, pelas coxas, e levantou o vestido. Minha amiga esticou os braços para que o vestido saísse. Estava inteiramente nua. A loira puxou ela para si, agarrou sua bunda para continuar o beijo, enquanto minha amiga jogou a cabeça para trás, deixando que aquela língua explorasse seu pescoço, deixando que aquelas mãos a tocassem nos peitos, nos mamilos e na sua buceta, um exemplo, lindo, de carinho e delicadeza, mas com força e muita paixão.
A cena era irresistível.
A loira tirou sua camisa. Tinha peitos grandes, mamilos pequenos e rosa, e inteiramente depilada. As duas se sentaram, um pouquinho na frente da infame poltrona. Eu quase poderia tocar uma delas com os pés. Continuavam a se beijar, apertadas, juntas, os peitos espremidos, as mãos nas costas, nas coxas, nas pernas, enquanto trocavam as frases mais sacanas entre si: “você vai gozar na minha boca….meu amor”…”quero chupar você”…às vezes uma me olhava de esguelha, mas rapidamente voltava a atenção para a parceira. Fechei meus punhos. Estava desesperado, preso, ofegante. Meu papel era ver as duas, e elas gostavam do espetáculo.
Afastaram-se um pouco e as duas abriram as pernas, uma para a outra, as duas ainda sentadas. Minha amiga desceu a mão dos peitos da loira, suavemente, e tocou a buceta dela. A loira deu um gemido alto e fechou os olhos. Minha amiga enfiou um dedo naquela deliciosa buceta lisa e molhada. Eu via os peitos da loira subindo e descendo, a respiração arfante, de olhos fechados e boca aberta. Cada vez mais arreganhada, ela mexia os quadris, rebolando na mão da minha amiga. Deu um grito leve, talvez tenha gozado, não sei. E para retribuir, ela voltou-se para minha amiga, fez ela se deitar e abrir bem as pernas. Começou lambendo a barriga e desceu a língua para o clitóris. Minha amiga estava completamente molhada, seus pentelhos estavam inundados, irrigados de tesão, e sua amiga aproveitava-se dela, enfiando a língua de todas as formas, lambendo tudo, cheirando tudo, enquanto enfiava um dedo no cuzinho da outra. Minha amiga gritava e segurava a cabeça da loira, dizendo para ela “…chupa…sua piranha gostosa, chupa !!!”, e então ela virou-se para mim, de olhos bem abertos, me convidando a assistir aquilo enquanto ela me via preso.
“Filha da puta….piranha…. !!”, pensei comigo, enquanto eu, amarrado à poltrona, assistia ela gozar.
(continua)
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Um tipo de opressão…
Novembro 11, 2009 · Deixe um Comentário

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E quem poderia resistir?
Novembro 9, 2009 · Deixe um Comentário

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Fantasia
Novembro 6, 2009 · Deixe um Comentário
Repito: meu tesão é por você. Nunca me excitei com modelos capas de revista ou putas. Meu tesão é por você, the girl next door, pela morena de saia (toda saia é um convite, não?) , pela mulher de rabo de cavalo com a nuca à mostra, pela menina suada voltando da academia de ginástica, pela bocuda com o sorriso bonito, por aquela outra, nem tão bonita, mas com peitos grandes e suculentos. É você que eu fantasio. Porque você é a minha puta.
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Exercício
Novembro 6, 2009 · Deixe um Comentário
Passo horas delirando. Paro de trabalhar e penso: Como será o mamilo de S., a linda de cabelo curto que trabalha comigo? Pequeno? Mais escuro? Como será o formato da buceta de V.? Será que S., V., Mme D., M, topam uma boa e gostosa sacanagem a três? Quais delas já terão experimentado? Será que B., com aquela boca deliciosa, é boa no boquete ? se não for é um desperdício…
Toda mulher é um mundo de possibilidades.
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Anita O´Day
Novembro 5, 2009 · Deixe um Comentário
(Ou: sexo, sacanagem e erotismo não dispensam boa música.)
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Como foi (II)
Novembro 4, 2009 · 1 Comentário
O apartamento era antigo, sem elevador, numa rua transversal de um bairro residencial da zona sul daqui do Rio. A sala tinha uma janela grande, da qual se via uma parte do morro que ficava nos fundos, com destaque para uma enorme figueira cujos galhos quase batiam no vidro da janela. O chão era de taco, os móveis eram todos comprados em brechós. Havia até um aparedor muito bonito, talvez jacarandá, em cima do qual ficava o telefone sem fio e um jarro de vidro roxo.
Não sei por que prestava atenção nesses detalhes. Não sei, muito menos, como foi que acabei chegando ali, sentado com os punhos amarrados naquela poltrona pé-de-palito recém-estofada de tecido creme. Sim, haviamos conversado, haviamos falado coisas íntimas, e havia um tesão. Mas mesmo assim, estar naquela situação, ofegante e excitado, uma ruptura na monótona vida de quem foi três vezes ao puteiro e fora isso só transou comportadamente com namoradas, tudo isso era deliciosamente improvável.
Sempre fui bonito, mas sempre fui tímido. Perdi a virgindade tarde, aos 21 anos, com uma namorada linda, com a namorada mais linda que eu já tive, filha de europeus, a pela branca, os olhos muito escuros, um sonho. Havia mentido para ela, fiz acreditar que era experiente e que teriamos uma deliciosa noite de prazer. Um grande erro. Eu não sabia o que fazer, a noite foi triste, e ela chorou. De lá para cá tive muitas outras mulheres e fui descobrindo, aos poucos, o sexo, as mulheres. Os movimentos, as palavras, a força, o cheiro, a desinibição, o meu próprio corpo, até o ponto em que hoje estou. Um ponto de descobertas, por incrível que possa parecer alguém resolver se descobrir aos 37 anos. Mas nunca é tarde.
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Nada como um sorriso gostoso
Novembro 4, 2009 · Deixe um Comentário

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La Bruyère
Novembro 4, 2009 · Deixe um Comentário
“Je ne veux être, si je le puis, ni malheureux, ni heureux; je me jette et me réfugie dans la médiocrité.” E por qual outra razão estamos aqui ??
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Como foi (I)
Novembro 1, 2009 · 1 Comentário
Conversávamos há algum tempo sobre os mais diversos assuntos. Ambos, eu e essa nova e interessante amiga, somos casados. A confiança foi aumentando, e a conversa um dia, nem sei muito bem como, chegou em sexo. Confessei minhas taras e ela confessou suas realizações. Mas jamais poderia haver algo entre nós dois, as famílias se conhecem e se frequentam, o risco de um envolvimento emocional era muito grande. Sabiamos do nossos limites, apesar do óbvio tesão de parte a parte.
Mas quando se trata de tesão, manter os limites estabelecidos é uma tarefa para a qual poucas pessoas estão de fato preparadas, e mesmo assim correndo o sério risco de um arrependimento doloroso. Que mal há? Um dia, porém, no MSN, depois de vários rodeios, ela então tomou coragem e perguntou se eu queria realizar meu sonho. “Sim, quero, e quero com você.”
Marcamos uma quarta-feira, no meio do dia, na casa da amiga dela. Passei o dia inteiro fervendo de tesão. Na hora marcada, nervoso, excitado, febril, compareci no endereço que ela havia determinado.
Toquei a campanhia, abriram a porta e fui recebido por ela com dois beijinhos pudicos, como se estivessemos nos encontrando numa mesa de restaurante cheia de conhecidos. Ela, que vestia um vestido cinza até o joelho, me levou pelas mãos e pediu para que eu sentasse numa poltrona, tudo com muita delicadeza. Sentei. Ela pegou na mesinha do lado dois braceletes de couro forrados na parte interior, me mostrou os bracelentes com um riso tesudo, e me prendeu os dois punhos nos braços da poltrona: “Fica aqui…já volto….”, e me deu um delicioso beijo.
Ela entrou num corredor e sumiu. A situação toda, muito improvável considerando a minha caretice, era inacreditavelmente excitante. Meu pau, latejante, doía, forçando a calça do terno e formando um volume indisfarcável. Eu ofegava de tesão. Ela voltou trazendo do escuro do corredor sua amiga, uma loira, grande, de cabelos compridos, com pernas enormes, vestida só com uma camiseta branca que ia até o meio das suas coxas…. nada por baixo, os seios empinados espetando o tecido, o cabelo molhado deixava aquela mancha de água na parte de trás da camisa….
(continua)
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